Congresso

“Uma experiência única”. Esta é a avaliação da estudante de Direito Sibelle Cota sobre o Congresso do Conhecimento, aberto oficialmente nesta quarta-feira (13) na Dom Helder Escola de Direito e na Escola de Engenharia de Minas Gerais (EMGE) em Belo Horizonte.

Após a conferência de abertura do historiador Leandro Karnal, o congresso prosseguiu com oficinas sobre conhecimento e tecnologia no período da tarde.  Vários interessados participaram das atividades, que abordaram temas como educação, leitura e mapas mentais.

Sibelle participou da oficina “Microsoft for Education”, promovida pelo palestrante Leandro Holanda. “Acho que a oficina, através das tecnologias que estamos aprendendo, vai promover o protagonismo discente e facilitar a Pedagogia Inaciana que a Dom Helder já aplica. Com o uso de ferramentas disponibilizadas no portal vamos exercitar essa pedagogia constantemente. Vamos construir conhecimento e vamos para a aula mais preparados”.

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Pedagogia Inaciana

Nesta segunda-feira (21), os calouros do curso de Engenharia Civil participaram de workshop coordenado pela pró-reitora Anacélia Santos. Ela apresentou diferentes temas ligados ao Regimento Acadêmico, como a grade curricular, pré-requisitos, metodologia de aula, além do calendário de avaliações. 

Outro ponto discutido foi a Pedagogia Inaciana, que pode ser utilizada pelos alunos como inspiração para organização e sistematização dos diversos conteúdos a serem ministrados nas aulas.

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Indústria 4.0

ndústria 4.0, Enterprise Resource Planning (ERP), Inteligência Artifical, Internet of Things (IOT), BigData, Design Thinking. O semestre letivo começou movimentado para os veteranos do curso de Engenharia Civil da EMGE, que participaram de palestra na terça-feira (8), na sede da Escola. A atividade foi ministrada pelo consultor Adriano Lucas, membro da equipe de executivos de tecnologia da SAP, uma das maiores empresas do mundo no setor de software empresarial.

“A SAP fui fundada na Alemanha e está presente em mais de 180 países. Conta com 12 milhões de usuários e 300 mil clientes em todo mundo, sete mil deles no Brasil. Em 2017, a receita prevista é de 30 bilhões de dólares”, afirmou Adriano. De acordo com o consultor, 65% da produção mundial de petróleo é gerenciada por softwares da empresa, assim como 75% da produção de cervejas e chocolates.

“Estes números vão crescer, porque temos agora uma solução para pequenas e médias empresas. O nosso carro-chefe continua sendo o ERP, um software de gestão empresarial cujo objetivo é fazer o mapeamento e a padronização de processos”, apontou. 

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Recepção aos calouros

A Escola de Engenharia de Minas Gerais (EMGE) e a Dom Helder Escola de Direito abriram o semestre letivo nesta quarta-feira (2), com programação especial voltada aos calouros. As novidades começaram já na chegada aos prédios, com a reforma da fachada. O auditório também passou por mudanças e o segundo andar foi totalmente reformulado para sediar o Centro Tecnológico Dom Helder/EMGE, que será inaugurado durante o Congresso do Conhecimento. 

“Aproveitamos sempre as férias de julho e janeiro para melhorar a nossa infraestrutura física e tecnológica. Estamos trabalhando duro e alguns ajustes ainda serão feitos até a próxima semana”, apontou o professor Paulo Stumpf SJ, reitor da Dom Helder, em sua mensagem de acolhida. 

O professor também destacou a felicidade em receber os novos estudantes e partilhar os desafios e esperanças que compõem a vida acadêmica. “Serão cinco anos de caminhada. Quando dizemos que é uma alegria recebê-los é a mais pura verdade! Vocês vão conhecer o que existe de melhor para a aprendizagem do Direito e da Engenharia”, afirmou. 

O reitor ressaltou ainda que ambas as instituições possuem conceito máximo junto ao Ministério da Educação (MEC) e têm como foco a excelência e o ensino personalizado. “Estamos inovando em metodologia e tecnologia, trazendo novidades para os diferentes espaços: salas de aula, biblioteca, laboratórios, Campus 2”, completou. 

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CNEN

Alunos do curso de Engenharia Civil da EMGE visitaram, na última sexta-feira (9), o Centro de Desenvolvimento da Tecnologia Nuclear (CDTN), localizado no Campus Pampulha da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em Belo Horizonte. O CDTN é uma das unidades de pesquisa da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), autarquia vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). A atividade foi proposta pela professora Aline Oliveira, da EMGE, que realizou o contato com a equipe do CDTN e acompanhou os estudantes durante a visita.

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Trabalho interdisciplinar da EMGE

Os alunos do primeiro período de Engenharia Civil vão apresentar, nesta sexta-feira, da partir  das 19h, no hall da EMGE, trabalho interdisciplinar de Português e Geometria Descritiva e Desenho Técnico. Orientadas pelos professores Luiz Carlos Santos Angrisano e Maria Aparecida Leite Mendes Cota, as três turmas, na perspectiva da pedagogia inaciana, desenvolveram a proposta de criação de uma casa que atendesse às expectativas de pessoas que buscam empreendimentos sustentáveis e unifamiliar.

Antes da apresentação, haverá recital de poemas e números musicais. ‘Afinal, fazer engenharia é também cultivar a arte’. 

Envolvidos na proposta desde o início do curso, os alunos foram desafiados no final do semestre a expor seus trabalhos para a comunidade acadêmica. Nas aulas de Desenho, a proposta se voltou para os desenhos do projeto arquitetônico, em Português, foram estudadas as técnicas argumentativas e textos literários que abordavam o tema.

Após os desenhos do projeto arquitetônico, os discentes produziram dois textos de gêneros distintos: o memorial descritivo do imóvel e uma proposta de venda do empreendimento, de forma a contemplar tanto argumentação racional, voltada para o conhecimento técnico da engenharia quanto a argumentação retórica, cujo objetivo foi atingir a emoção do cliente por meio de suas crenças e valores. 

Após essa etapa, foram produzidas as maquetes e o relatório técnico contemplando todas as fases de execução do projeto. O ritmo foi acelerado e o desafio intenso, pois, além da gestão do tempo, bastante exíguo, trabalhou-se também a gestão das informações e o gerenciamento das relações. O que, de certa forma, já prepara o aluno para o mercado de trabalho que requer, além, de visão sistêmica dos processos, a habilidade de vencer desafios e resolver problemas.

O objetivo do trabalho, além dos aspectos já contemplados, consiste em ampliar o olhar dos discentes para os empreendimentos da engenharia. Afinal, o desafio maior do profissional da área não está apenas no planejamento e execução de um projeto arquitetônico, mas, sobretudo, no domínio das estratégias comunicativas que são utilizadas para a venda do imóvel. Vende-se não o objeto em si, mas os valores e crenças a ele agregados. Para tanto, não basta apenas o domínio de técnicas da construção civil, mas também habilidades de leitura e interpretação crítica da realidade social e dos imaginários que a constituem.

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Artigo

Por José Antônio de Sousa Neto*

Entender a nossa história é entender a história das estrelas. Nossas origens passam por entender a vida destes astros e como os monumentais encerramentos de seus ciclos de existência trazem nova vida para o universo. Isto porque é no interior das estrelas que o material do início do cosmos é transformado. Cada átomo de nosso corpo e de toda a matéria que nos cerca é resultado de uma reciclagem cósmica que acontece no interior delas em seus épicos ciclos de vida. Nascidas em nebulosas, elas existem por bilhões de anos até que se encerram com explosões de imensas proporções.

Tudo na Terra e no universo é reciclado. Vejamos por exemplo as rochas calcárias. Formadas a partir de fósseis e acumuladas em sedimentação ao longo de milhões e milhões de anos não deixa de ser impressionante constatar, por exemplo, que fósseis de criaturas marítimas, podem ser encontradas no topo do Monte Everest. Tudo, das montanhas até nós, é feito do mesmo material. São 92 variedades de átomos/elementos formando um conjunto químico que se estende muito além de nosso planeta.

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