Licitações

Por José Antônio de Sousa Neto*

Caros leitores, gostaria de compartilhar com vocês dois casos reais que vivenciei ao longo das duas últimas semanas. Período intenso no contexto brasileiro e que corresponde a uma fase em que a operação Lava Jato parece mudar de patamar a partir da chamada “delação do fim do mundo” capitaneada pela Odebrecht.  Talvez uma metáfora mais apropriada fosse “delação do começo do fim do mundo”. Chamo a atenção para o fato de que faltam ainda vir a público as delações da OAS, da Camargo Correa…, enfim, ainda teremos na “revelação” outros capítulos importantes.

Veja o artigo completo

Processo seletivo

A Escola de Engenharia de Minas Gerais (EMGE) e a Escola Superior Dom Helder Câmara realizarão processo seletivo unificado no dia 25 de junho, para ingresso no 2º semestre de 2017. As provas terão início às 9h e término às 12h, no Campus I das Escolas (Rua Álvares Maciel, 628, Santa Efigênia, Belo Horizonte). Os interessados devem se inscrever até o dia 22 de junho, pelo portal Dom Total, e realizar o pagamento da taxa no valor de R$ 70,00.

Engenharia 

O curso de Engenharia Civil foi autorizado pelo MEC mediante avaliação in loco que atribuiu conceito máximo para seu Corpo Docente, Laboratório e Blibioteca. É o único curso de Engenharia Civil de Minas Gerais com esta conceituação máxima.

Para o segundo semestre do presente ano, a EMGE abre vagas no curso de Graduação em Engenharia Civil para os turnos da manhã e da noite. A prova será composta de uma redação e de questões de múltipla escolha das disciplinas Língua Portuguesa, Literatura, Geografia, História, Matemática, Física, Biologia e Química.

A Escola reserva até 15% (quinze por cento) de suas vagas para ingresso de alunos oriundos do ENEM. Os interessados em utilizar essa alternativa devem indicá-la no momento da inscrição. Além do Vestibular e ENEM, candidatos podem alcançar vaga no Curso de Engenharia Civil através do processo de Transferência ou Obtenção de Novo Título.

Serão concedidas bolsas de estudo de 50% (cinquenta por cento) do valor total da mensalidade para estudantes que a requisitarem no ato da matrícula.

Mais informações, editais e provas anteriores:

EMGE – Engenharia Civil (Manhã e Noite)

Candidatos fazem vestibular

Infraestrutura de ponta, conceito máximo no MEC, corpo docente formado por mestre e doutores e a tradição jesuíta são alguns dos diferenciais que motivaram estudantes a participarem do vestibular unificado da Dom Helder Escola de Direito e da Escola de Engenharia de Minas Gerais (EMGE), na manhã deste domingo, no Campus I das Escolas (Rua Álvares Maciel, 628, Santa Efigênia, Belo Horizonte. 

Os primeiros candidatos chegaram com 2 horas de antecedência para o começo das provas (9h). Alguns vieram de outras cidades, caso da estudante Ana Carolina Reis Maffia, 18 anos.  Clique aqui, leia mais e veja as fotos!

Candidatos finalizam vestibular

O vestibular unificado da Dom Helder Escola de Direito e da Escola de Engenharia de Minas Gerais (EMGE) atraiu estudantes de várias cidades de Minas Gerais e foi considerado um sucesso pela coordenação do processo seletivo. As provas foram realizadas na manhã deste domingo nos prédios do Campus I das Instituições, em Belo Horizonte. O tema da redação foi elogiado pelos vestibulandos. 

Clique aqui, confira os gabaritos e as fotos do vestibular deste domingo!

Pegada Hídrica é tema de reunião

Qual seria o consumo sustentável de água e energia em uma escola? A partir deste questionamento, alunos da Dom Helder Escola de Direito, que possuem bolsas pelo Movimento Ecos, participaram de reunião do Grupo de Iniciação Científica sobre “Pegada Hídrica” na tarde dessa quarta-feira (26). O grupo é liderado pelo professor da Dom Helder José Cláudio Junqueira, com o apoio da professora Lívia Maria Cruz Gonçalves de Souza.

A pegada hídrica é um indicador do uso da água que considera não apenas o seu uso direto por um consumidor ou produtor, mas, também, seu uso indireto. A pegada hídrica pode ser considerada como um indicador abrangente da apropriação de recursos hídricos.

De acordo com o professor José Cláudio, o objetivo da reunião é a adquirir conhecimentos sobre o consumo de água e energia para subsidiar os bolsistas do Movimento Ecos que trabalham nas escolas. “Neste ano o projeto Ecos deu um passo a mais. Criamos um grupo de pesquisa para ter conhecimento aprofundado das questões hídricas e energéticas. Temos vários bolsistas e professores que estão nas escolas trabalhando com alunos do ensino médio voltados para o consumo sustentável. São em torno de 30 escolas participantes”, destaca.

Apresentação de pesquisas

Dois estudantes que participam do grupo de iniciação científica já apresentaram alguns resultados de pesquisa.

A aluna Amanda Gabriela Lopes de Almeida fez uma varredura na Legislação Federal, entre leis, decretos e portarias para saber quais órgãos abordam o incentivo para que a população, órgãos governamentais, fabricantes entre outros, reduzam seu consumo de água na produção e no trabalho.

“Busquei todas as leis que existem. Posteriormente leis mais específicas como as federais que possuem maior detalhamento. Pesquisei também na internet e em livros de legislação. Pela minha pesquisa verifiquei que 80% das leis falam sobre o consumo hídrico. Maioria está publicada e vigorando. Sobre a energética, poucas estão vigorando”, comenta a estudante.
Já o aluno Gabriel Júnio da Fonseca Santos apresentou o livro “ Manual de avaliação da pegada hídrica, estabelecendo o padrão global” para os participantes da reunião. O estudante explicou o conceito de pegada hídrica indireta e fez algumas reflexões sobre o consumo de água.
 
Importância

A professora Lívia Maria Cruz Gonçalves de Souza, que também participa do grupo de iniciação científica, ressalta a importância de se falar sobre a pegada hídrica. “Esse projeto é muito interessante. É importante termos consciência da pegada hídrica. A conscientização que a gente pode levar para a comunidade acadêmica e fora dela é essencial. E o Ecos é o parceiro para levarmos esse assunto até as escolas. Começamos uma pesquisa virtual justamente para estimular a comunidade acadêmica e chamar atenção para o início da conscientização. A partir destes dados veremos os resultados", disse.
 
Movimento Ecos

O ECOS Movimento Socioambiental Dom Helder Câmara é um instituto sem fins lucrativos e sem qualquer vinculação político-partidária.

O Instituto tem por fundamentos informar, educar, difundir os temas  que envolvam os interesses difusos e coletivos, ou seja, os interesses da sociedade humana, abrangendo todas as áreas que permitam identificar o papel do homem no seu meio ambiente cultural, em suas relações sociais, ambientais, interpessoais e de trabalho transformando esse meio em um lugar que a pessoa humana possa se desenvolver de forma segura e equilibrada.
 
“Estamos realizando uma pesquisa grande no nível nacional e internacional. Os alunos já fizeram um enorme levantamento de dados. Cada aluno ficou com um tema para aprofundar ainda mais”.

Clique aqui e conheça o Movimento Ecos

Quer testar sua pegada hídrica? Clique aqui e faça o teste!

Texto: Patrícia Almada

Maria Flávia defende mestrado

Na tarde da última sexta-feira (31), a pesquisadora Maria Flávia Cardoso Máximo defendeu sua dissertação de mestrado com o tema intitulado "Responsabilidade Socioambiental Empresarial na Legislação". Fizeram parte da banca examinadora os professores Bruno Torquato de Oliveira Naves (Orientador ESDHC), Élio Estanislau Gasda (Examinador FAJE) e Kiwonghi Bizawu (Examinador ESDHC).

O professor Bruno Torquato iniciou o evento frisando a importância da banca e agradecendo a presença dos outros dois professores que compuseram a mesa. Em seguida, visivelmente emocionada, a mestranda tomou a palavra gratificando primeiramente ao seu professor e orientador Bruno Torquato: "Suas orientações criteriosas foram fundamentais na condução dessa pesquisa". Maria Flávia ainda reconheceu a importância dos demais professores da banca: "Reconheço que estou muito feliz por tê-los em minha banca. Sei que minha tarefa não será fácil, mas tenho consciência e certeza de que vocês vão acrescentar, e muito, na minha pesquisa".

Após as considerações iniciais, a aluna prosseguiu sua apresentação expondo-a em três partes: A primeira, dentro do contexto do tema, consistiu em "percorrer o caminho traçado pela humanidade até a sociedade de risco global e seus reflexos sociais". A segunda, dentre outros tópicos, abordou "o papel das empresas na sociedade de risco global e o lucro", além de "discorrer sobre a inclusão do fator ambiental na responsabilidade empresarial". Na terceira e última parte a aluna dissertou "a busca por normas positivadas no ordenamento jurídico que incentivem as empresas a perseguirem não apenas o lucro, mas, principalmente, a sua função social através da RSE", além do "estudo das vias legislativas aplicado a cada um dos segmentos de stakeholder".

O professor Bruno Torquato proferiu as considerações finais evidenciando a qualidade da dissertação da mestranda, que foi aprovada com êxito.

Aula Inaugural

Por Patrícia Azevedo
Repórter Dom Total 

Em tempos de crise, crescem os debates sobre formas de superar os entraves estruturais e macroeconômicos que prejudicam a competitividade da economia brasileira. Para o presidente da Federação das Indústrias de Minas Gerais (FIEMG), Olavo Machado Junior, a saída passa necessariamente pela Indústria 4.0.

“Quando falamos das políticas necessárias para tornar a indústria mais competitiva temos que lançar um olhar para o futuro. E neste caso, precisamos refletir sobre uma nova era que se avizinha para a indústria, a chamada Indústria 4.0”, apontou Olavo, durante aula inaugural na Escola de Engenharia de Minas Gerais (EMGE), em Belo Horizonte. 

Conceito de Indústria 4.0

Apresentado pela primeira vez na Feira de Hannover, em 2011, o termo faz referência a um novo conceito de indústria, que engloba as principais inovações dos campos de automação, controle e tecnologia da informação aplicadas aos processos de manufatura. “A indústria 4.0 representa a incorporação da digitalização à atividade industrial, abrindo enorme potencial para revolucionar e flexibilizar os processos de produção e a logística”, explicou o presidente da FIEMG.

Para colocar em prática esse novo modelo, são utilizadas ferramentas como a modelagem em 3D, bases de dados em nuvem, robótica avançada e inteligência artificial, que controlam de forma mais precisa a produção e estoques na cadeia produtiva. “O uso dessas tecnologias tende a elevar de forma estrondosa a produtividade das unidades fabris, a qualidade dos produtos, reduzir custos, e, ao mesmo tempo, viabilizará a produção mais ajustada às características e necessidades de cada nicho de mercado”, apontou Olavo.

Engenharia brasileira preparada?

O presidente lançou então um questionamento aos estudantes, que lotaram o auditório da Escola: ‘a engenharia brasileira está preparada para este novo momento?’ Em vários países desenvolvidos, como na Alemanha, China, Japão e Coréia do Sul, a Indústria 4.0 já está no centro das estratégias de política industrial, lembrou Olavo. “Mas grande parte da indústria brasileira atual ainda está muito distante dessa realidade”, constatou.

Segundo pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgada em 2016, 42% das empresas desconhecem a importância das tecnologias digitais para a competitividade da indústria e 52% das indústrias não utilizam nenhuma tecnologia digital. “Nós precisaremos nos integrar ao mundo para saltar etapas no processo de desenvolvimento tecnológico. A indústria 4.0 exigirá muitos investimentos nas empresas tradicionais”, avaliou Olavo. 

O presidente ressaltou, no entanto, que as empresas não irão automaticamente desfrutar de ganho de competitividade e de crescimento econômico graças à indústria 4.0. Será preciso investir na formulação de políticas econômicas e pilares que permitam a implementação, o uso e a expansão tecnológica. 

“A engenharia desempenha um papel de grande importância neste processo. A disciplina está fortemente presente em todos os fatores essenciais para a indústria e para a economia do futuro”, disse ao presidente, que destacou os investimentos em educação e pesquisa realizados pelo sistema FIEMG. Um dos projetos, denominado FIEMG Lab, está em busca de startups para participar de programas de aceleração. 

“E neste sentido, gostaria de parabenizar, mais uma vez, a iniciativa da Escola de Engenharia de Minas Gerais em investir e prover o nosso estado e o nosso país de capital humano para influenciar positivamente esse ambiente”, completou.

Veja também: Presidente da FIEMG destaca potencial do país em aula inaugural

Workshop

A Pedagogia Inaciana, que contribui para colocar a Dom Helder Escola de Direito entre as melhores do Brasil, foi apresentada na noite desta quinta-feira (16) aos estudantes da Escola de Engenharia de Minas Gerais (EMGE). O Workshop foi promovido pela Pró-Reitoria de Ensino e pela coordenação do curso de Engenharia Civil. A pró-reitora Anacélia Santos Rocha explicou para os calouros detalhes do funcionamento da Instituição.

Dedicação

O curso de engenharia exige muita dedicação dos estudantes. Neste sentido, os calouros da EMGE foram orientados sobre a metodologia da Pedagogia Inaciana. 

Anacélia Santos destacou que a Pedagogia Inaciana tem dois pilares: ‘um é o ensino personalizado e o outro o sujeito como agente do seu aprendizado’. Assim, seja nas Ciências Exatas, Humanas, Ciências, Biológicas e Sociais, o estudante torna-se o principal sujeito de sua aprendizagem, deixando de ser meramente ouvinte passivo de aulas.

Clique aqui, confira a matéria completa e o álbum de fotos!

(Por Rômulo Ávila / Patrícia Almada)

Aula inaugural

A Escola de Engenharia de Minas Gerais (EMGE) e a Dom Helder Escola de Direito convidam a comunidade acadêmica para aula inaugural com o engenheiro Olavo Machado Junior, presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG). A atividade será realizada no dia 10 de março, às 19h, na sede das escolas (Rua Álvares Maciel, 628, Santa Efigênia, Belo Horizonte).

Formado em engenharia pelo Instituto Politécnico da PUC-MG, Olavo está na diretoria da FIEMG desde 1978. Em 2014, foi reeleito para o cargo de Presidente da Federação por unanimidade. Possui sólida carreira como empresário do setor industrial e líder empresarial. Fundou a Machado Correa Engenharia (Macorin), em 1974. É sócio da IG Construções Elétricas de equipamentos elétricos e diretor da Orteng MCT Transformadores Ltda.

No setor público, Olavo foi presidente do Centro Tecnológico de Minas Gerais (CETEC/MG), Secretário-Adjunto da Indústria e Comércio de Minas Gerais e membro do Conselho Curador da Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (FAPEMIG). Foi também diretor da Confederação Nacional da Indústria (CNI).